No Nordeste, sinais de restrição hídrica começam a se pronunciar no oeste da Bahia

27/Apr 2022 13:34  - Atualizado 2 meses atrás

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Os sinais de restrição hídrica começam a se pronunciar na região no oeste da Bahia. Isso ocorre pois, em conjunto com a falta de chuvas, as temperaturas também seguem elevadas na parcela central do país. Desta forma, é esperado para as lavouras de algodão, feijão e milho 2ª safra uma diminuição no ritmo de desenvolvimento.

Um outro fator que corrobora com a situação de atenção para a umidade do solo e a disponibilidade hídrica, é a previsão de chuvas para este último período do mês. Não há grandes perspectivas de acumulados sobre a parcela central do país, as áreas desde o norte do Paraná até a metade sul do Piauí, terão um tempo mais seco. Pontualmente podem ocorrer algumas pancadas de chuvas, mas de forma muito irregular e mal distribuída.

Após um longo período de quedas, os preços do milho no Nordeste seguem mais estáveis. Na Bahia, a cotação Tarken aponta R$78 em Luís Eduardo Magalhães. No estado do Maranhão, os preços têm uma média de R$78,50 a saca em Balsas, muito similar aos preços vistos no Piauí, que tem milho rodando a R$79 em Uruçuí

Em Fortaleza, no Ceará e em Recife, no Pernambuco, a cotação Tarken aponta R$87,50 reais a saca.

Thiago Carvalho